
Menos gastadores do que os belgas,espanhóis e italianos avessos ao risco nos investimentos, mas ainda assim com menos capacidade para poupar no fim do mês.A relação dos portugueses com o dinheiro é tudo, menos pacífica.
Num País onde metade das famílias recebe menos de € 1500 mensais e o vil metal ocupa um dos lugares mais baixos na escala de prioridades, a maioria dos consumidores admite viver com dificuldades, mas feliz.
As instituições financeiras, como os bancos, emprestam dinheiro a qualquer pessoa que dê garantias de poder pagar a sua dívida. Mas compete ao consumidor fazer bem as contas, negociar melhores condições para o seu empréstimo,antes de contratá-lo e enquanto durar a sua relação com o banco.
No crédito à habitação, por exemplo, convém não se render à primeira oferta. Contacte vários
bancos e peça simulações para o montante e prazo que vai contratar.
Use as melhores propostas como moeda de negociação no seu e noutros bancos. O spread, grosso
modo, margem de lucro do banco nas operações de crédito, é um bom termo de comparação, mas não o melhor. Não tem em conta os restantes custos associados,como as comissões e os seguros.
Compare a taxa anual efectiva ou TAE, que reflecte o custo real do crédito. Cerca de 69% dos inquiridos
que contactaram três ou mais bancos antes de pedir o empréstimo conseguiram melhores condições.
Além disso, três em quatro dos que negociaram num mesmo banco reduziram o spread.
Por isso , deve pedir o máximo de propostas aos vários bancos antes de contratar o seu crédito habitação,
para que consiga ter uma prestação baixa e juros mais baixos.
[...] Bank ressurgiu os spreads baixos no crédito à habitação, sendo a sua aposta de momento. Os spreads no crédito à habitação poderão assim retomar os anteriores níveis que rondavam os 0,35%. Muitos bancos haviam preterido o [...]
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